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	<title>Arquivos Erro médico - LLopes Advogados | Escritório de Advocacia em São Paulo – Zona Norte</title>
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	<description>Procurando advogado na Zona Norte de São Paulo? A LLopes Advogados atua nas áreas Trabalhista, Família, Consumidor e Imobiliário. Atendimento ético e personalizado, fale conosco.</description>
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		<title>Erro Médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leandro Lopes Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2019 13:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Dano Moral]]></category>
		<category><![CDATA[Erro médico]]></category>
		<category><![CDATA[indenizacão]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo elevou de R$ 100.000,00 (Cem mil reais) para R$ 150.000,00 (Cento e cinquenta mil reais) a indenização devida por <strong>plano de saúde</strong> proprietário de hospital à Mãe de um paciente que, após sucessivas <strong>falhas médicas, retardo no diagnóstico e deficiência técnica</strong>, veio a óbito com apenas 29 anos de idade.</p>
<p>Entenda o caso: o paciente procurou o hospital conveniado de seu plano de saúde com fortes dores abdominais. Realizou exames de Raios X, recebeu a prescrição de alguns medicamentos e foi liberado.</p>
<p>Mesmo tomando os medicamentos prescritos, as fortes dores persistiam levando o paciente a procurar novamente o hospital, onde <strong>foi atendido por outro profissional</strong> que descreveu, após exame físico realizado, descompressão brusca positiva e, ainda, hipótese diagnóstica de apendicite aguda com indicação de internação e consulta com a equipe médica de cirurgia geral.</p>
<p>Já internado, passou por <strong>nova avaliação com outro médico</strong> que relatou “abdome doloroso à palpação em fosse ilíaca direta com descompressão brusca negativa”.</p>
<p>No dia seguinte e ainda sentindo dores insuportáveis recebeu a visita de <strong>outro médico</strong> que escreveu no prontuário: “dor com irradiação para os testículos e descompressão brusca positiva, ministrando somente analgesia”.</p>
<p>Dois dias após o paciente ser internado, com dores cada vez mais fortes e ainda devido a pressão realizada pela Autora da ação (Mãe do paciente), que ameaçou tirar seu filho do hospital se nenhuma providência fosse tomada, foi realizado o <strong>procedimento cirúrgico</strong>, que identificou estágio avançado de apendicite aguda com inerente risco de septicemia.</p>
<p>Após a realização da cirurgia, o estado de saúde do paciente se agravou, culminando em uma parada cardíaca e vindo a óbito, tendo como causa da morte Choque Séptico e Apendicite Aguda Retrocecal.</p>
<blockquote><p>Código de Defesa do Consumidor:</p>
<p>Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.</p></blockquote>
<p>Em análise ao pedido de <strong>responsabilidade do médico</strong> que realizou a cirurgia, o Tribunal destacou que essa <strong>responsabilidade é subjetiva</strong> e a culpa deve ser provada, o que não aconteceu. Por outro lado, <strong>a responsabilidade do hospital e do plano de saúde é objetiva</strong>, eis que o vínculo é decorrente da relação de consumo, nos moldes do <strong>Art. 14 do Código de Defesa do Consumidor</strong>, sem necessidade de qualquer indagação acerca de culpa ou dolo.</p>
<p>Para a Relatora do recurso, Desembargadora Cristina Medina Mogioni, “<strong>não resta dúvida de que o atendimento feito por vários médicos retardou o diagnóstico da apendicite aguda e, consequentemente, retardou a medida terapêutica adequada, contribuindo para o agravamento do quadro do paciente, que lamentavelmente evoluiu a óbito</strong>”. G.N.</p>
<p>Assim, havendo falha na prestação do serviço, a responsabilidade civil do hospital/plano de saúde foi patente e o <strong>dano moral</strong> sofrido pela Autora configura-se <strong><em>in re ipsa</em></strong>, e que “embora a vida não tenha valor mensurável e a indenização que se reclama, quando a vida é ceifada tragicamente, não tem, como é óbvio, caráter substitutivo, visa compensar as angústias, os constrangimentos, as dores, as aflições resultantes do ato lesivo, e, por outro, reprimir a conduta do responsável pelo evento morte, para que, doravante, seja mais diligente e cauteloso”.</p>
<p>Ante o diagnóstico tardio e a total deficiência técnica do hospital, que acarretaram na morte prematura do filho da autora, concluiu a Relatora que a <strong>indenização por danos morais</strong> fixados em 1ª instância era insuficiente e a elevou para <strong>R$ 150.000,00 (Cento e cinquenta mil reais)</strong>.</p>
<p>Abaixo a ementa do acórdão:</p>
<p style="padding-left: 210px;">APELAÇÃO. Responsabilidade civil. Erro médico. Ação de indenização por danos morais. Óbito do filho da autora em decorrência do diagnóstico tardio e falta de condições técnicas do hospital de propriedade do plano de saúde. Corpo clínico credenciado que acompanhou a internação do paciente que não foi capaz de diagnosticar a enfermidade &#8211; apendicite aguda e posterior choque séptico (causa da morte). Exame de Tomografia Computadorizada que poderia ter diagnosticado a enfermidade, que nem sequer foi solicitado. Paciente levado à cirurgia, restando pouco a ser feito pelo médico que a realizou. Erro médico do profissional responsável pelo procedimento cirúrgico afastado. Responsabilidade objetiva do plano de saúde existente. Laudo que afirma duas as razões para o evento: “o atendimento médico seguindo um “Modelo Vertical” para as duas Equipes Médicas. Cada vez que se chamava o médico, vinha um diferente que nada sabia a respeito do caso” e “total falta de condições Técnicas do Hospital Frei Galvão para atender casos delicados, graves como o caso em tela”. Indenização devida por força do princípio da reparação integral. Dano moral “in re ipsa”. Indenização por dano moral elevada para R$ 150.000,00. Juros da citação e correção monetária do arbitramento. Sentença parcialmente reformada. RECURSO DA AUTORA PARCIALMENTE PROVIDO, DESPROVIDO O DA RÉ.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tjsp.jus.br/Noticias/Noticia?codigoNoticia=55711" target="_blank" rel="noopener">TJSP</a></p>
<p>Leituras Recomendadas:</p>
<ul>
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<li><a href="https://llopes.com.br/dano-ao-projeto-de-vida/">Dano ao projeto de vida</a></li>
<li><a href="https://llopes.com.br/degustacao-de-medicamentos-indenizacao/">Degustação de Medicamentos gera Indenização</a></li>
</ul>
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